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Mudança!!
"É só isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte!"
Ahh, já era! Cansei de apanhar desse layout e do UolBlog e estamos partindo! hahaha, mas esse não é o fim do neurastenia, afinal, se não fosse esse blog, eu ia falir só com conta de terapeuta! Não, eu preciso disso aqui pra falar besteira! Então é isso, se você entrou aqui esperando ler bobagem, não se desespere, clique no gatinho e seja feliz!! :
Postado por Marina às 23h57
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"A única vocação do ser humano é não ter vocação nenhuma"
Olá! É com essa brilhante citação encontrada no site www.vestibular1.com.br que eu começo esse post. Nossa, há quanto tempo ninguém passava aqui não é mesmo... Vejamos o que aconteceu desde o último post. Prestamos nossos vestibulares; a Luiza passou em todos e agora esta em São Carlos e eu não passei em nenhum HAHAHA, desculpem... Acho que agora já deu pra entender um pouquinho do porque da citação acima. Bom, o fato é que eu estou fazendo cursinho. O que não é tão ruim, mas ao mesmo tempo é péssimo. Não é ruim porque os professores são muito mais desencanados, todo mundo se ajuda e tudo o mais, to gostando; mas digo que ao mesmo tempo é péssimo porque a sensação que a gente tem é que não era lá que a gente deveria estar e sim, no meu caso, no ECA em São Paulo tendo aulas de Teoria da Comunicação. Mas... enquanto a maioria dos seus amigos estão seguindo suas vidas, estamos aqui, vendo novamente platelmindos, nematelmintos e anelídeos.
Decepcionante? Talvez. Mas quer saber... Pode ser que seja melhor assim. Não, estou brincando, não é melhor assim não. O que eu quero dizer é: "Tentamos. Não deu? Paciência. Estude melhor os nematalmintos que ano que vem dá!" Se você esta na mesma situação que eu esse ano, talvez se revolte comigo, mas o que podemos fazer? Eu também morro de raiva quando minha mãe diz que "foi melhor assim", "você não tava pronta pra morar sozinha" ou coisas do tipo... mas o fato é que.... EU NÃO PASSEI ... hahaha vou fazer o que? Chorar pelos cantos?
Outra coisa que queria dizer é: Meu Deus... Como a gente sofre a toa no terceiro ano não? Toda aquela história de não saber o que escolher, Meu Deus do Céu, eu quase entrei em depressão. E sabe o que eu percebo agora que tudo passou? Que fizemos uma tremenda tempestade em copo d'agua. Não era bem assim. O problema é que eles nos jogam muitas opções e dizem: "Se vira nego" e nós ficamos completamente perdidos. Muitos dos meus amigos passaram em coisas que não era bem aquilo que tinham pensado, mas estão adorando e nem pensam mais na maldita carreira que quase os deixou loucos o ano passado inteiro. Não estou brincando! Amigos meus que queriam Farmácia, hoje estão felizes fazendo Matemática. Outros que queriam Biotecnologia, hoje fazem Ciências da Computação com um sorriso enorme nos lábios. O que concluo é que na verdade, muitos de nós vão adorar qualquer coisa que façam, só não gostavam muito porque não conheciam ou qualquer outro motivo que não vem ao caso agora. Nós somos capazes de tudo, e, no fundo, praticamente qualquer curso (mais ou menos na área que se gosta, é claro) nos fará felizes. É assim com tudo na vida. Quando começa a se conhecer melhor algo, passa-se a descobrir coisas que você antes nem pensava e, quando você vê, está completamente fascinado com aquilo.
Bom, é com essas reflexões extremamente profundas de alguém revoltada e conformada ao mesmo tempo, que eu fecho hoje. Ah não... tenho mais uma coisa que eu acabei de perceber. Acabo de me tocar que só escrevo aqui quando estou de tpm. hahahah é verdade. Acho que é porque eu fico meio depressiva nessa situação e, conseqüentemente, mais filosófica... Vou tentar voltar aqui no meu normal. Agora sim, deixa eu ir que eu ainda tenho uma redação sobre eutanásia pra escrever...
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Postado por Marina às 18h31
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desfecho
LISTA DE APROVADOS NA PRIMEIRA FASE DA FUVEST:

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Éé! Parabéns para nós! Ambas conseguimos nos safar na primeira fase! Eu queria ter postado isso antes, mas eu acabei esquecendo hahaha me perdoem... Dai tava aqui hoje, morrendo de medo porque amanhã começam as provas da segunda fase e eu lembrei "Nossa! Não escrevi nada sobre isso no blog! Que burrica!"

Então é isso: Boa sorte a todos que passaram pra segunda fase da Fuvest. Boa sorte Lúú, você vai detonar amanhã! Mostra como se faz e orgulhe a mamãe, o papai e sua amiguinha aqui! hahaha. E boa sorte pra mim também né... porque eu vou precisar!
"É só isso, não tem mais jeito, acabou, boa sorte!" hahaha esse trecho caiu que nem uma luva e eu tive que citar, se bem que num aguento mais ouvir essa música...
ouvindo: Tokio Hotel - Monsoon

Postado por Marina às 23h15
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Sobre Renan e o Corinthians
Bom...nem há o que falar sobre um país que se importa mais com futebol do que com trapaça. Corrupção e tudo o mais que se faz contra ele...
Mas...já que me deu vontade de escrever, foi esse o tema que me surgiu a cabeça...
Corinthians: tudo bem...nenhum time mais corrupto, até considerável que quando se dá atenção ao Corinthians, já que, mesmo que inconscientemente, considera-se o assunto corrupção. Mas, poxa, o time estava perdendo mesmo, pra que perder tanto tempo com algo já esperado? O jogo apenas serviu para alegrar a vida de palmerenses, são paulinos e afins que, até perdoamos por torcer tanto pelo Grêmio e o Goiás naquele domingo.
Renan: pobre coitado de um político que não possui dinheiro, empreiteiras nem filhas com jornalistas. Como alguém um dia pode ter pensado em condená-lo?? Um homem tão íntegro e honesto como aquele!! Veja bem, agora está tudo melhor, não está? Renan renuncia, e se esquecem as acusações, assim o brasileiro pode preocupar-se com seu "time do coração" ao invés de perder tempo com tanta bobagem de política. Ahh claro, e sem nos esquecer de nosso querido presidente torce pelo time e, aliás, se importa mais com ele do que conosco.
E pra que eu reclamo, não é mesmo? Os hospitais pelo país estão maravilhosos, a educação então, nem se fala, e quem dirá da honesidade, um templo de boas ações como o Palácio do Planalto jamais deveria ser criticado.
Penso comigo agora: Fim do campeonato brasileiro!! Caramba!! A gente precisa logo de alguma busca de título importante, afinal, não haverá com o que nos preocupar nao é? E o que seria da vida sem as preocupações? Mas poxa, olha eu de novo me contradizendo... Nem sei o que são preocupações, já que sou uma estudantezinha alienada...Acho melhor voltar ao Corinthians...quem sabe a próxima etapa não seja a série C o que, pensando bem, não seria nada mal.
Meus sinceros parabéns a todos os brasileiros que continuam torcendo por ou contra o Corinthians e se esquecendo de tudo o que se passa nesta terra, pátria amada, Brasil!
Obs: aproveitando o tema, assistam:
http://charges.uol.com.br/2007/12/04/mundo-na-segunda-de-manha/
http://charges.uol.com.br/2007/06/21/boi-do-renan-jailhouse-rock/
Postado por Luiza às 19h35
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mais um dia comum...
Nossa, eu sei que quando eu conto ninguém acredita... Mas eu vou contar do mesmo jeito. Não sei porque, mas eu pareço que tenho um imã interior pra atrair coisas estranhas, não importando se estou em uma das maiores cidades do estado ou num fim de mundo igual estou agora. Por exemplo: alguém já presenciou um terremoto em pleno Brasil? Eu já, reflexo dum terremoto que teve no Chile, mas já faz tempo pra caramba; minha prima provavelmente é a unica pessoa na face da terra que pegou catapora duas vezes (na segunda eu que passei pra ela), e por aí vai...
Agora a última: um cara foi esfaqueado ontem na frente da minha casa. Pois é... é isso mesmo... Como eu disse, nem eu acredito. Levei um susto. Estavamos chegando em casa e o cara "caiu" em cima do carro pedindo desesperado pra gente deixar ele entrar e levar ele pra um hospital que ele tava morrendo. O sangue esguichava, nunca tinha visto coisa parecida, a não ser em filme. Se a gente não tivesse ali e tivesse socorrido não sei o que teria sido dele porque ele não conseguiria andar muito mais. E outra sorte é que a filha da vizinha ta fazendo medicina e sabia exatamente o que fazer. Meteu a mão na facada que tava sangrando mais, no pescoço do cara e mandou segurar as pernas dele pro alto enquanto ela media o pulso dele e eu ligava pra policia, bombeiro, samu, pra que algum chegasse a tempo, e pra dona da casa que ele tava morando pra avisar, pedido dele próprio.
Ele contou a história, mas não vou entar em detalhes. O fato é que ele sabia quem era o cara que esfaqueou ele e o cara é conhecido da polícia. Mas quem ia pensar que em Jaú (elegida pela Veja como uma das cidades mais ou menos grandes mais pacatas pra viver em São Paulo) num dos melhores bairros, iria acontecer algo desse tipo. E não foi por acaso, o cara mora na esquina de cima da minha casa. E todo esse tempo que eu to morando aqui eu fico sozinha em casa praticamente todas as noites! COm um cara perigoso na esquina de cima.
Demorou um pouco mas logo chegou cinco viaturas da polícias e duas ambulâncias do SAMU. A polícia bem que tentou, mas não conseguiu pegar o cara. Fiquei morrendo de medo que o esfaqueador, na ânsia de fugir tivesse entrado em alguma casa, tipo a minha.
Dessa tragédia urbana brasileira (que acontece a cada 3 segundos aproximadamente) podemos tirar algumas conclusões sobre nosso país: Não importa como ou onde você viva, no Brasil você nunca esta a salvo e o perigo esta sempre do seu lado, espreitando; outra é que cada vez mais eu me orgulho de ser brasileira, de ter nascido nesse pais, de fazer parte desse povo. Sim, isso mesmo. Mesmo sabendo do perigo que podiamos estar correndo, que o esfaqueador ainda podia estar lá, todos nós, brasileiros, de classe média pra cima, saimos de nossa casas, alguns de pijamas, e não medimos esforços pra socorrer um homem que provávelmente também não é flor que se cheire, mas que acima de tudo é mais parecido de nós do que costumamos pensar: um brasileiro, e, acima de tudo, humano.

foto das duas ambulâncias na frente da minha casa =/
Postado por Marina às 11h36
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dias melhores

drummond ouvindo histórias da vaca leitora
É incrível como estamos sempre cansados mesmo sem fazer praticamente nada não é? Acho que isso tem muito a ver sobre como analizamos os fatos na verdade. Será que esse cansaço que sentimos é mesmo cansaço, ou apenas insatisfação e vontade de fazer algo diferente? As coisas que fazemos obrigados, sem o menor pingo de prazer e iniciativa, extraem todas as nossas energias e por isso ficamos cansados. Outro dia eu vi, não sei onde pra variar, que uma hora de uma coisa prazerosa revigora mais que oito horas de sono. E nós não fazemos muitas coisas que realmente queremos fazer não é mesmo? É por isso que estamos sempre cansados.
É por isso que temos que parar pra pensar: o que eu quero fazer hoje? E não: o que eu tenho que fazer hoje? Você tem sim que cumprir suas obrigações, mas no final do dia, ao invés de se jogar no sofá e assistir todas as novelas possíveis até a hora de dormir, porque você não pega seu cachorro e vai até a padaria e compra alguma coisa pra comer? Quando eu chego em casa, normalmente não tenho vontade de fazer nada, mas quando eu me obrigo a levar meu cachorro na praça, ou simplesmente me arrasto até o quintal e fico deitada vendo a lua, eu me sinto muito mais leve.

A solução dos nossos problemas (pelo menos de alguns) normalmente está bem na nossa cara. Você simplesmente não está conseguindo enxergá-la. Então porque você não se dá a chance de ser feliz? Pode ser mais simples do que você pensa!
Agora pra finalizar, uma do Cyanide and Hapiness, meus bonequinhos de palito favoritos, pra fazer seus dias fantasmagóricos pelo menos mais engraçados:

hahaha eles são os melhores! Traduzi essa especialmente pra esse post! Pra mais tirinhas visite o site deles: Explosm.net. (ahh tive que diminuir ela pra caber dai ficou meio deformada, mas é boa né... fala sério!)
bjusss meus amores! =**
Postado por Marina às 23h46
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Autoramas

"Mundo moderno, me tirem desse inferno!"
Postado por Marina às 14h48
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CSI: NY!
Gente, se eu fizer uma enquete com algumas profissões vocês votam em uma pra mim? Ah, esqueci que esse é um blog fantasma e ninguém iria votar uahuahauha, mas a idéia foi boa!
Continuando o post do dia 23/08... (até fui ver o nome dele pra fazer um "nome" - parte II, mas eu num nomeei aquele...), o assunto é o mesmo, de modo q se você for um ser perdido que achou esse blog pelo google ou na lista de blogs atualizados do uol... não vai ler muita novidade... O problema é vestibular... Sempre ele... tô até ficando cansada de escrever sobre isso... Vou falar agora uma coisa que me ocorreu, mas vocês (fantasmas) vão ter que prometer não rir!
Eu já sabia o que eu queria prestar a muito tempo: Publicidade e Propaganda. Assim, digamos que eu nunca fui a pessoa mais decidida do mundo... Mas foi uma coisa que eu gostei e me vi trabalhando nisso. Quando era pequena eu dizia que ia ser veterinária, mergulhadora, mas nunca pensei em medicina, direito ou essas profissões de responsabilidade (não que as outras não tenham, só não são tão valorizadas e as crianças só conhecem as famosas). Bom deixei de lado a veterinária há muito tempo, mas insisti bastante em oceanografia (só desisti quando descobri que era exatas...), então me foquei em P&P. Rolou a maior baixaria aqui em casa (td mentira, num foi essas baixarias de voar prato pra todo lado, eu que sou exagerada, foi só várias conversas e crises de choro pela minha parte), até que todo mundo se conformou com a minha decisão, graças a deus.
Tá, agora é a parte em que eu queria chegar: acho que acabo de descobrir que quero fazer medicina.
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Não Ria!
Ah... eu tava assistindo CSI: NY agora e tipo, tem o médico legista deles e... ah resumindo, vendo ele me deu uma tremenda vontade de quando estivesse andando no meio da rua e visse um acidente, saber exatamente onde enfiar os dedos na garganta da vitma pra desobstruir as vias respiratórias dele e fazê-lo voltar a respirar salvando assim a vida do cara, igual o médico do CSI fez... Será que eu sou tão estúpida assim? Depois de gritar com a minha mãe, dizer que eu não queria ser médica inclusive pra psicóloga, eu, do nada, vejo que é isso que eu quero fazer?
Não se enganem, eu ainda gosto muito de publicidade, adoro mexer com computação gráfica, sempre gostei de criar layouts e idéias (inclusive quando eu tinha uns 10 anos eu bolei um comercial pra Nissin Lámen que eu tenho certeza que seria aceito e faria o maior sucesso!), o template aqui do blog fui eu que fiz, e ficou lindo não ficou? Modéstia a parte... Eu só sempre achei que não tivesse responsabilidade suficiente pra ser médica e que não queria ser a pessoa do lado de um paciente quando ele desse seu último suspiro, e nunca vi um motivo realmente bom pra publicidade... Sabe, eu sempre quis fazer algo realmente útil pra humanidade. Se eu fizesse medicina não ia querer trabalhar numa clinica ou em hospital. Ia querer sair pra rua, dentro do SAMU, tirando todos os carros da frente. Ou então ir pr'aquelas missões no sudão ou mesmo na Amazônia cuidar das crianças subnutridas...
Eu realmente espero que isso seja uma vontade súbita, daquelas que passam rápido, porque se não for não sei o que fazer! Eu já fiz inscrição pra Usp e UFMG, to com a da UNESP na mão, só esperando pra preencher e já consegui conformar minha família inteira em aceitar o que eu queria, e agora mudo de idéia? E quando eu terminar a faculdade e dizer que não quero ser uma cirurgiã plástica e fazer lipos de graça pra eles e sim ir salvar atropelados e motoqueiros pelas ruas?? Vai ser outra baixaria! ![]()
*eu realmente não sei o que fazer comigo mesma!*
Postado por Marina às 20h23
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Expectativas Desleais
"Tudo o que quer de mim é demais, é pesado, não dá paz.
Tudo o quer de mim, irreais, expectativas desleais."

Quando eu tinha 3 anos meu melhor amigo era um menino que devia ter uns 6 ou 7. Ele era loirinho e tinha o olho meio esverdeado. Com ele eu não brincava do jeito que eu brincava com meus outros amiguinhos, normalmente patins ou esconde esconde. Com ele eu ficava escondida atrás do sofá e a gente ficava conversando horas e horas, quando eu estava sozinha em casa (só com a babá, mas ela também era empregada e tinha que terminar todo o serviço antes de me levar na pracinha). Eu ficava a manhã inteira atrás do sofá, lendo e conversando com o meu amigo. Eu gostava muito dele. Até cheguei a falar uma vez: "Quando eu crescer eu vou casar com você Caio" e ele respondeu: "Quando isso acontecer, você não vai nem lembrar mais de mim".
O tempo passou (1, 2 anos pra alguém tão pequena demora uma eternidade pra passar). Eu não sei ao certo quando que o Caio foi embora. Acho que foi mais ou menos na época que eu ganhei meu primeiro cachorrinho, o Kaiky. Era um poodlezinho caramelo lindo e serelepe. Mas ele pegou uma doença muito grave e acabou morrendo com 5 meses. Foi muito duro pra mim, chorei muito. E , numa tarde em que eu estava chorando sem parar o Caio veio passar a tarde comigo. Depois nunca mais o vi e, sem ser por mal, acabei mesmo o esquecendo.
Semana passada, agora com 17 anos (e com essa idade o tempo passa tão depressa), não sei porque eu começei a me lembrar do meus amigos mais antigos, que eu nunca mais vi. Me lembrei da Raíssa e do irmão dela, o Piero e lembrei também que ela tentou me matar 2 vezes (uma vez quase conseguiu, ao me enforcar com uma corda). Lembrei da Marina, que andava de patins comigo na portaria do prédio. E lembrei do Caio. Quando me lembrei dele eu percebi que os outros, mesmo nunca mais tendo visto, eu pensava com alguma frequencia, mas o coitado do Caio eu nunca mais sequer lembrei o nome. Morrendo de remorso, começei a tentar me lembrar de tudo que podia dele.
Não foi difícil, eu me lembrava de mais coisas sobre ele do que sobre qualquer amiguinho que já tive. Mas me deixou intrigada eu não me lembrar do nome inteiro dele, nem da família dele. Naquela noite perguntei pra minha mãe: "Mãe, qual era o sobrenome daquele meu amigo que eu vivia grudada quando era pequena?" e ela respondeu pra minha incredulidade: "Amigo? acho que o único menino que você conhecia até antes de entrar na escola era o irmão da Raíssa, mas você nunca viveu colada nele...". Distraidamente minha mãe acabara de fragmentar minha memória, como um espelho que se racha ao levar um impacto. "Como não mãe, ele vivia em casa!"; "Marina, o único amigo seu que vinha em casa era a Marina, mas eram poucas vezes pq vc normalmente ficavam no pátio pegando as pitangas que caiam da arvore do vizinho ou andando de patins. Você que ia mais a casa dela, jogar videogame". Fiquei meio desorientada. Eu lembro perfeitamente da cara dele e de tudo que a gente conversava. Mas depois disso eu soube porque não sabia sobrenome, nem nada sobre a família dele, ou porque ele sumiu tão repentinamente.
Eu queria tanto ter meu amigo imaginário de volta. Porque por mais imaginário que fosse, foi o amigo mais real que eu já tive. E agora eu preciso tanto dele...
Postado por Marina às 20h17
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nãããooooo, to desesperada, não sei o que eu faço! O que prestaaar, o que prestaaar??? Devia existir uma maquina que, quando nós nascessemos, ela já olhasse dentro da nossa mente e unisse aos resultados do código genético e assim já saísse a melhor faculdade para nós. Dessa maneira já seríamos treinados desde a escola pra isso e não teríamos que decidir nossa vida num intervalo da escola igual eu vi minha amiga fazer hoje porque a gente tem que entregar as inscrições pra FUVEST até amanhã pra Perla, do Departamento de Vestibulares, pra ela corrigir e nos devolver pra dar tempo de pagar a inscrição.
Quero ter 6 anos de novo, quando tudo que eu pensava era em fazer guerra de água com os meninos no final da aula de ed física quando todo mundo ia pro vestiario trocar de calça ou então em caçar tatu-bola no jardim e tentar em vão criá-los num potinho de margarina.
a vida era bem mais legal naquela época
p.s.: talvez eu devesse desenvolver essa máquina, ficar super-famosa, super-rica e ganhar o premio nobel... o que eu tenho que prestar pra isso? Genética, Engenharia Médica?
Postado por Marina às 19h42
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Vida nova e...cor-de-rosa???O.o ...quem sabe...e por que não??
Bom, gente, eu nunca escrevi de verdade aqui né... mas me aconteceu algo ontem que me fez refletir e pensei “ah, vou escrever” Antes de contar o “ocorrido” de ontem, vou voltar um pouquinho no tempo... No mês passado fiz aniversario e ganhei da minha madrinha uma biiiiiiiig mala e uma frasqueira, ambas Pink...[todo mundo sabe que eu gosto de rosa e , por isso, muitas vezes, meus presentes são dessa cor..hahahah...esse foi um comentário realmente dispensável, maaaaas...continuemoss...] ... ela sabia que eu estava querendo uma mala, mas pensei “por que tão grande??” ... como se adivinhasse meus pensamentos ela disse que comprou uma maiorzinha pensando na minha faculdade [O.o], que, se eu entrar, ano que vem vou ficar carregando roupas e mais roupas de Jaú pra São Carlos [se Deus quiser^^] e vice e versa, então vou precisar dela... tudo bem, bateu um “tão me mandando embora!!”...mas passou... Então, há umas duas semanas, fui na casa da minha avó e ela resolveu me mostrar as toalhas que tinha “amarrado” ... ela faz aqueles barrados tipo macramê...muito lindos... eu,pouco cara de pau, pedi: “Vó, ia ficar tão lindo rosa né?? Faz uma pra mim??” Ela “mas você quer inteira rosa??” Eu “não, faz toalha branca com barrado rosa, do mesmo modelo daquele azul ali...” Ela disse que fazia, eu agradeci e depois fui pra minha casa...Não sei se pensei que ela esqueceria ou se EU mesma que me esqueci...só sei que, no domingo seguinte, quando, almoçando na casa dela, me veio com uma sacolinha na mão, eu nem me lembrava mais da toalha...quando abri a sacola, depois de ela dizer “olha,Luiza”, lá estava minha toalha branca com barrado rosa igual ao azul de que eu tinha gostado...”Vó, brigadaa!! Adoreii!!^^” Bom, passou... guardei a toalha e beleza... Ontem, novamente na casa da minha avó, ela veio me mostrar um guardanapo suuuper fofo que tinha bordado: bordada uma flor [rosa] e barradinho de crochê [rosa]... “Vó!!Que lindooo!!”...”É pra você”...”pra mim?? Ahh, brigada, Vó!!Ameii!!”...”de nada...eu fiz ele todinho rosa e pensei : ahh, esse vai p/a Luiza!”...”hehe^^...brigada, Vó” Tá, agora vocês pensam “E???” .. eu respondo: na hora em que ganhei aquele guardanapo, a família começou a me zoar “é pro enxoval, é??”...minha madrinha: “é, mas enxoval universitário né??!!”...eu ri e disse: “é, Vó...vou levar pra minha casa lá em São Carlos^^” Tá...agora vocês pensam de novo “E???”...Tá...parece sem noção...ta bom,vai...É sem noção...mas ninguém reparou que tão me mandando embora??? Haha Não, na verdade o que eu comecei a pensar foi que a gente passa o ano todo [em caso de 3º ano ou curso] se preocupando com vestibular, quer tanto, precisa passar, e sonha com a futura casa...mas eu nunca tinha realmente parado pra pensar no quanto eu vou sentir falta da minha casa e, principalmente, família... É claro que eu virei pra vê-los, isso é fato...mas não é o mesmo quer ter todo mundo quando quiser e bem pertinho...os bordados da minha avó, as implicâncias do meu pai [^^] , a companhia da minha mãe, a comida da outra avó, os passeios com as tias e até, por incrível que pareça, quem sabe as brigas com meu irmão^^...enfim, tanta coisinha que as vezes parece boba e sem importância, mas que um dia vai deixar tanta saudade... O que conforta é saber que, se eu passar e for embora, eles ficarão aqui, sempre torcendo por mim, e sempre prontos p/o que eu precisar...e quando precisar...mas, enquanto isso, eu estou aqui...torcendo pra passar no vestibular, me culpando por não estudar como deveria, mas mesmo assim não estudando, e, aos poucos, montando meu “enxoval universitário”, com toalhinhas e guardanapos [cor-de-rosa] p/o dia em que eu for, com minha “malinha” [cor-de-rosa] p/a minha nova casa, conhecer gente nova, aprender coisas novas, ou seja, quase que “começar vida nova”...e cor-de-rosa,quem sabe..mas sem nunca me esquecer do que já ficou pra trás... Ahh...e o guardanapinho da Vovó? Com certeza um dia estará penduradinho na minha cozinha...p/eu me lembrar ,não só dela, mas de toda família, toda vez que estiver lavando louça...=S...haha E São Carlos [USP...uhuuulll!!!] que me aguarde!...se Deus quiser^^
Postado por Luiza às 20h55
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The End?
CALMA! Não é the end do blog!! Eu gosto de vir aqui falar sozinha hahaha, é que eu estava vagando sem rumo pelo orkut quando abri a comunidade: "Voldemort explodiu o metrô!" e tinha um tópico chamado Depressão pós Deathly Hallows. Eu ainda não li Deathly Hallows pois quero adiar ao máximo esse final então decidi esperar sair a versão tupiniquim do livro, mas abri mesmo assim pra xeretar. Eis o texto:
"Parece que foi ontem que tudo começou, sua prima locou um filme chamado Harry alguma coisa e a pedra num sei o quê, ou então você comprou o livro pra impressionar aquela pessoa que tava gostando e que amava Harry Potter, ou então seu pai comprou o livro pra você aprender a gostar de ler... cada um tem a sua história. (eu, Marina, ganhei o livro da minha professora da 4ª série q amava o fato q eu vivia enterrada em livros e não queria que eu perdesse o gosto pela leitura. Quando cheguei um dia do intervalo e abri minha mochila ele estava lá com um bilhetinho dela! "Harry Potter e a pedra filosofal". Foi amor a primeira frase!)
Mas e o final disso? Você terminou de ler Harry Potter and the Deathly Hallows e pensou o que iria fazer da vida... e agora??? O que que vai ocupar o seu tempo? O que pode te fazer sentir melhor do que Harry Potter? Você não vai mais rir das piadas do Fred e do Jorge, nem torcer pro Harry e pra Gina ficarem juntos, nem se perguntar quando a ficha do Rony e da Hermione iriam cair e eles iam ver que gostavam um do outro!, nem pensar quando ia ser o grande duelo entre o Harry e o Voldy, nem ter a ilusão que o Sirius e o Dumby estavam vivos ainda... Nem vai assistir mais nenhuma partida de quadribol, muito menos vai xingar a Umbridge e vai sentir saudade da inocência do Hagrid. Você nunca pensou que realmente acabaria mas...
ACABOU
Estranho não?
Nunca mais vamos discutir teoria nenhuma, e todas as vezes que tocarmos no assunto de Harry Potter tudo que pode sobrar é um silencio e é claro as lembranças boas e ruins que vivemos lendo os livros... Harry Potter e a pedra filosofal, Harry Potter e a câmara secreta, Harry Potter e o prisioneiro de Askaban, Harry Potter e o cálice de fogo, Harry Potter e a ordem da fênix, Harry Potter e o enigma do príncipe, Harry Potter e as relíquias da morte...
A melhor época da nossa vida.
Todos os amigos que fizemos por causa de Harry Potter... todas as teorias que a gente fez... e quantas delas estavam certas? ... a ilusão de um refugio, outro mundo totalmente diferentemente mágico...
Os momentos de alegria descobertas e felicidades, e os de perdas e derrotas; todos estarão para sempre em nossas lembranças. Guardados em um lugar que não descarta a possibilidade de sempre ir a uma estréia pra conferir o novo filme que saiu, e que sempre espera pelo próximo livro a ser lançado."
Então eu parei pra pensar. E tudo que eu consegui pensar foi: O QUE VAI SER DA MINHA VIDA AGORA??? Há mais ou menos um mês encontrei no blog PostSecret esse cartão:

[Um dos meus medos é que Jesus irá voltar antes que eu tenha a chance de ler o último livro do Harry Potter]
e dei risada mas percebi que era a mesma coisa comigo. O que eu ia fazer se não lesse o final da história que eu persigo assíduamente há 7 anos! Mas hoje eu pensei em outra coisa. O que eu vou fazer depois de ler o final da história que eu persigo assiduamente há 7 anos?? O QUE?? Não vou mais poder ficar divagando e inventando teorias ou contando os dias pro próximo livro!!
OH MEU DEUS!
the end of my life
Postado por Marina às 19h04
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sobre tempo, gibis e a perna engessada
"Quanto ao futuro... bom... a gente só vai saber daqui pra frente!" ¬¬ hahaha se ninguém postar aqui não tem futuro né... Não sei quanto a Luiza, mas eu tava realmente enrolada...
Dia 13 de julho (uma sexta feira 13 o.O) fui pra Campinas, operar meu joelho no centro médico. Nossa, fazia tanto tempo que eu não voltava pra aquela cidade... até encontrei lá minha segunda mãe, trabalhando no centro médico, na mesma ala que eu tava internada! Conhecidência ou não, adorei, fazia muito tempo também que não a via. Uma das coisas que eu fiquei mais espantada em constatar é que, mesmo depois de 5 anos sem pisar lá, eu ainda conheço todas as ruas e lugares... Legal isso né! Como meu médico é de lá já fui 4 vezes em 3 semanas. Mas que saber?? To adorando essa história de ficar viajando pra lá e pra cá hahaha quando eu morava em Campinas ficava muito tempo em estradas, e depois que eu mudei pra cá quase nunca a gente viaja, tava sentindo falta disso, de ficar horas olhando pela janela vendo as vaquinhas que pastam passando, e no meio da caminho a pedra quadrada que quando eu era menor me disseram que era um aeroporto de disco voador e os predinhos coloridos na entrada de Campinas que, também quando eu era pequena, me falaram que era de um senhor muito rico que tinha muitos filhos e filhas, então ele os construiu para que suas crias morassem (as meninas no rosa, os meninos no azul e os casados no verde - é... e eu realmente acreditava).
Mas a coisa mais legal de voltar ao Cambuí (o bairro onde eu morava) foi ver que, embora tenha muitas lojas novas agora, praticamente nada mudou. Coisas que eu vi abrir como a padaria Romana ou o Shopping frutas ainda estão lá. A igreja do Madre Cecília onde eu fiz primeira eucaristia e o clube regatas, onde uma vez eu fui sozinha, acompanhada pelo meu cachorro Léo, pra tomar vacina de febre amarela, me sentindo a mais corajosa das meninas (mas esse orgulho foi abalado quando no dia seguinte eu tive reação da vacina); a banca que eu frequentava assiduamente pra comprar gibis da turma da monica e cartelinhas de figurinhas das chiquititas e o ipê amarelo da frente do meu prédio ainda estão lá. Eu mudei, mas eles não. Voltando lá eu percebi quantas coisas do meu passado que eu amava que eu tinha deixado pra trás. E são coisas pequenas que quando você tenta afastá-las te deixam sem uma identidade, pois são coisas da sua infância, que ajudaram a te construir. Fui muito tolinha esquecendo disso, ou melhor, querendo esquecer, pois eu achava que se ficasse lembrando muito ia ficar muito chata e amarga me prendendo ao passado, mas não é bem assim. Seu passado está com você aonde você vai, e mesmo que você tente esquecê-lo, uma hora ele volta, assim como todos os nomes de ruas que eu achava que ja nem lembrava mais.
Mas eu me lembrei quem eu sou. Eu sou Marina Antonioli. Ou Marininha, ou a do 202 (porque no 102 morava outra Marina, uma "maior" que eu e chamavam de Marinona, que era filha dum delegado e vivia se gabando disso. - hahaha eu sempre fui a menorzinha... em todo lugar). A menininha que saia do apto 202 do edifício Ipê todas as manhãs de sábado com um poodlezinho preto na coleira de veludo azul, dava tchauzinho pro porteiro "São" Bernardo, passava pelo portão verde e subia a rua, pisando nos ipês amarelos que a árvore de mesmo nome insistia em derrubar na calçada, deixando a coitada da Deolinda louca varrendo o dia inteiro. Dava bom dia pra Tina, do mercadinho da esquina, atravessava a rua e parava na banca pra ver se dessa vez dava a sorte de tirar aquela figurinha que faltava. Aquela mesma menina que o dono da banca já sabia até o nome de tanto que ela lhe dava lucro E eu sou a menina que enfiava as figurinhas repetidas (¬¬ nunca cheguei a completar o album) na bolsinha de croche verde (eu nem gostava muito daquela bolsa, mas tinha chegado um dia na portaria com uma foto do meu pai na frente da torre eiffel, por isso eu só usava ela) e chegava finalmente na banca de pastel da feirinha e comia um de queijo, "deixando cair" um monte, que o Léo mais do que rápido engolia, e me divertia vendo o monte de coisas estranhas que vendiam na feira da Maria Monteiro, antes de voltar pra casa - com um pastel de carne pra mamãe - a tempo de pegar alguns desenhos do sabado animado no sbt.
Eu não me pareço mais aquela menininha de cabelo chanel e tão liso que nenhuma presilha parava. E o poodlezinho preto hoje já não é mais inteiramente preto, o tempo o está deixando cinza. Mas por dentro anda somos aquela dupla engraçada. Eu a menina que o arrastava a força pro "cãobuí" pra tomar banho e ele o filhote que empacava feito um jegue, pressentindo a agua e o sabão. Nós costumamos nos esquecer do que é bom, nos prendendo a detalhes fúteis demais... Querem saber? Eu não quero voltar a morar em Campinas. Pelo menos não agora. Mas também não quero nunca mais voltar a me esquecer do bairro da minha infância e todas aquelas pessoas e coisas engraçadas que me divertiam tanto.
Nossa! Já escrevi demais, agora eu tenho que ir. Procurar uma certa bolsinha de crochet verde que eu guardei em alguma caixa, 5 anos atrás.
Postado por Marina às 18h26
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Parabéns! É um blog!
20 de junho de 2007: nasce o neurastenia

Nós sabemos que normalmente as pessoas se apresentam no post inicial e tudo o mais, mas decidimos pular essa parte e dizer como o blog surgiu...
"Tudo começou numa bela noite em uma conversa animada entre amigas ao MSN. Marina, num espasmo, sente saudade de seus tempos de blogueira e vontade de revive-los, e acidentalmente acaba comentando sua idéia com a outra, Luiza, também ex blogueira e que tem uma idéia mais brilhante ainda: vamos criar um blog! Ambas ex-blogueiras,ambas frustradas, ambas ambiciosas e cheias d ideias (será?),ambas vestibulandas e ... em crise?? Mas logo, na falta de um nome, o assunto eh esquecido. Foi quando marina, por ter muito o que fazer, entra num dicionário on-line e começa a procurar palavras aleatorias e chega por puro acaso à dois verbetes: neurastenia e narcolepsia. Ao se identificar com as descrições (neuroses de cansaço e sono excessivo respectivamente, comuns a todo vestibulando), Marina corre contar a Luiza, cuja mente maliciosa imediatamente vê a oportunidade que estavam esperando.E como narcolepsia não soava bem e as lembrava drogas e tochicos, neurastenia foi eleito o título mais apropriado para o blog, onde as duas iriam discutir assuntos de acordo com a sua visão do mundo."
Quanto ao futuro... bom... a gente só vai saber daqui pra frente!
Obrigada a todos, boa noite e... Bom apetite! ![]()
Posted by Luiza & Marina®
Postado por Luiza às 23h59
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